Não é um relato de parto, porque não foi um parto. Eu poderia ter escrito assim que cheguei do hospital, mas não tive tempo. Preferi esperar o primeiro mesversário de Benjamin, só por esperar, porque minhas dúvidas ainda são as mesmas, a dor ainda é a mesma e a indignação (ainda reprimida por não ter certeza que foi uma desnecesárea) também é a mesma. Aqueles a quem envio esse relato sabem do meu desejo e luta por um parto natural. Morando em Maceió, local onde a humanização do nascimento – [...]
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Fonte: Gazetaweb.com “Desde que a Organização Mundial de Saúde preconizou uma média tolerável de 15% de partos por meio de cesariana, o país encontrou-se em uma grave contradição. A cirurgia para ter filho já havia sido enraizada como uma prática cultural e, hoje, 44% dos partos são feitos com intervenção médica por meio do corte, a maior percentagem do mundo, segundo a Unicef. Em Alagoas, a situação é ainda mais grave: 53% dos partos são operatórios no sistema público; na rede privada, o número chega aos 90%. (…)” texto na [...]
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