Lutando de mãos atadas
Não é um relato de parto, porque não foi um parto. Eu poderia ter escrito assim que cheguei do hospital, mas não tive tempo. Preferi esperar o primeiro mesversário de Benjamin, só por esperar, porque minhas dúvidas ainda são as mesmas, a dor ainda é a mesma e a indignação (ainda reprimida por não ter certeza que foi uma desnecesárea) também é a mesma. Aqueles a quem envio esse relato sabem do meu desejo e luta por um parto natural. Morando em Maceió, local onde a humanização do nascimento – [...]







