jul

7

2010

Pela Valorização da Maternidade

por Tata

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Muitas de nós, ao se tornarem mães, decidiram parar de trabalhar, ou diminuir a carga horária e ‘encolher-se profissionalmente’, ou mesmo dar um rumo totalmente novo à carreira, visando priorizar o tempo para os filhos, e a presença constante nessa primeira infância, tão importante na formação dos pequenos.

Eu faço parte desse grupo. Depois de ser mãe, reinventei minha vida profissional, encontrei novas possibilidades e novos caminhos, porque ter tempo para me dedicar a elas e cuidá-las, orientá-las e educá-las de acordo com o que acredito, passou a ser uma prioridade.

E falando por experiência própria, arrisco dizer que grande parte, senão todas as mulheres que tomaram decisões semelhantes tiveram que lidar  com críticas impiedosas, narizes torcidos e comentários em tom de reprovação, do tipo: ‘tem certeza que quer parar de trabalhar/mudar de trabalho e centrar a sua vida no seu filho??’, ou ‘e tudo o que você estudou e se preparou, vai jogar na lata do lixo??’, ou ainda: ‘vai ficar em casa agora, ser só mãe??’.

Por trás de comentários como esse, especialmente dessa perguntinha tão inocente, “vai ser só mãe?”, está uma sociedade intransigente e incompreensiva, uma sociedade ainda extremamente preconceituosa e machista quando se trata de respeitar os direitos e as escolhas das mulheres. Lutamos pela igualdade, mas o que conseguimos foi um acúmulo injusto de funções: se antes não tínhamos opção e ficar em casa era a fatia do bolo que nos cabia, hoje temos que trabalhar fora, ajudar nas contas, cuidar dos filhos e da casa, e dar conta de tudo isso sorrindo, sem reclamação, afinal, não fomos nós que quisemos e lutamos pela igualdade??

Bem, desnecessário dizer que igualdade, nessa história, é conversinha pra boi dormir, né? Infelizmente, ainda estamos longe de viver em uma sociedade verdadeiramente igualitária, nesse sentido (e em muitos outros). Por isso que achei tão bacana esse movimento de valorização da maternidade, uma causa importantíssima, justa, e que eu apóio, como mulher e como mãe.

Acho que valorizar esse trabalho tempo integral, exaustivo – e sim, delicioso, maravilhoso, mas não por isso menos exigente – que é a maternidade é um importante primeiro passo para a transformação efetiva da realidade. Seja respeitando a escolha daquelas que decidem dedicar mais tempo aos pequenos, seja compreendendo aquelas que dão o melhor de si ao equilibrar múltiplas funções, seja acolhendo as insatisfações e culpas que surgem quando tentamos dar conta de tudo. Afinal, nós, que somos mães hoje, temos nas mãos um papel fundamental, o de construir um futuro diferente, pela forma como criamos nossos filhotes. Nosso amanhã depende de como tratamos e educamos nossas crianças hoje, afinal, já dizia Gandhi: ‘se há de haver paz no mundo, devemos começar pelas crianças”.

É por isso que hoje vim recomendar esse manifesto, pra mim, obrigatório para parar pra pensar e remexer conceitos empoeirados. Eu já assinei. Claro que isso é muito pouco, e é por isso que eu vou fazendo minha parte para mudar as coisas, todos os dias, em pequenas e grandes atitudes. Especialmente na forma como estou presente na criação das minhas filhas, para que elas cresçam pensando diferente, com condições de agir e mudar alguma coisa.

E afinal, toda jornada começa com um primeiro passo, não é mesmo?

Imagem: Grupo Cria


29 comentários no post “Pela Valorização da Maternidade”

  1. Milena Reig disse:

    Oi Tata, eu tinha visto este manifesto em outros blogs, e com certeza ele arrepia. Porque só quem optou pela maternidade ativa pode entender cada sutileza que ele deixa transpirar.
    E como você lindamente escreveu, também vivi na pele as “sutis” perguntas “vai ser só mãe agora?”, ou comentários do tipo “daqui a pouco ela cresce e você vai ter deixado pra trás sua profissão”, quando optei em buscar novos caminhos profissionais para poder ser a protagonista, ao lado do meu marido, na educação da minha filha.
    Ah, quero deixar registrado aqui o quanto estou “viciada” no Mamíferas. Descobri o blog no início do ano e passo todo dia por aqui (Passo várias vezes ao dia esperando pelo post rsrs) .Confesso que espero ansiosamente pelos dias que vc escreve, sempre tem alguém que a gente se identifica mais, não é?
    Adorei a nova cara do blog, agora com domínio próprio. Só senti falta de uma coisa: como só descobri ele esse ano, sempre busco sobre assuntos que me interessam, em posts antigos. Só que agora eles ficaram sem os comentários, que na minha opinião enriquecem bastante também. Eles foram realmente perdidos ou eu que não achei?
    Um beijão mamífero,
    Milena

    1. Tata disse:

      oi Milena!
      pô, um vício desses só faz bem, né? hahaha.
      bacana que você curte o blog, e fico bem contente que goste do que eu escrevo, obrigada!
      sobre os comentários, vou checar como ficou isso e te dou um toque, ok?
      bjo!

  2. Rosana Oshiro disse:

    Oi Tata, excelente post, adorei e vou aderir ao manifesto tbem!
    Queria te sugerir escrever (mais) sobre a amamentação em livre demanda e exclusiva de gemeas, sobre a rotina com elas pequenas e etc…
    Eu não sei como é ser mãe de gemeas, mas esses dias li esse post (http://redemulheremae.blogspot.com/2010/06/acha-que-e-sorte-olhe-mais-de-perto.html) e fiquei pensando…
    Tem tantas mulheres que pensam assim como a autora, eu queria poder responder de uma forma razoavel que as fizesse pensar, mas como se não passei pela experiencia?

    beijo

    1. Tata disse:

      oi Rô, obrigada pela sugestão, super interessante esse tema, vou falar mais disso por aqui. até porque discordo bastante, com minhas filhas tive muito colo, muito toque, livre-demanda… então acho q vai ser legal dar uma outra visão de tudo isso, qdo fizer o post te dou um toque!
      bjo

  3. Anaí disse:

    Oi, Tata!
    Hoje é meu aniversário e foi um presente descobrir este manifesto. Agora estou mais tranquila em relação a minha decisão de não trabalhar fora, mas no começo foi difícil. O problema maior é a falta de grana, mas vendo o sorriso dele, logo passa.

    1. Tata disse:

      oba, parabéns!!! e acertei no presente… ;-)
      realmente, fazer escolhas que diferem da maioria, do lugar-comum, nadar contra a corrente, é sempre trabalhoso, difícil. mas vale a pena, viver de acordo com o que a gente acredita, e não com o que acreditam pela gente…
      bjo!

  4. Liliana Penna disse:

    Não posso deixar de comentar este post. Escolhi ficar perto de meus filho (dois, com diferença de um ano e nove meses) até eles completarem seis anos. E, depois disso, por cerca de três anos ainda trabalhei somente meio período. Por quase um década fui mãe ativa, mãe exclusiva, mãe amorosa , chata, nervosa, carinhosa, brava, com altos e baixos como acontece com todas. Com culpas, com certezas e dúvidas. Mas uma certeza que nunca me abandonou foi a do amor que sentia por eles, da vontade de que se tornassem verdadeiros seres humanos, não importando que escolhas fizessem na vida.

    E essas escolhas foram feitas na década de 70, quando a mulher estava se emancipando, saindo com toda a força para o mercado de trabalho.
    - Escolhi amamentar quando a indústria pregava que o leite N era a melhor escolha.
    - Fazer a papinhaem casa , quando o marketing gritava que a industrializada era a melhor alimentação para os primerios anos, pois isenta de bactérias e com ingredientes “escolhidos com cuidado e amor”.
    - Escolhi alimentá-los nos primeiros anos sem nenhum tipo de carne anima (peixe, vaca, galinha etc)
    - Escolhi fazer: “aquele que vale por um bifinho” em casa, com ricota e morango; gelatina com água de ábobora e agar agar (gelatina de algas); leite de soja, bolhinho de folha de cenoura, sopa de fuba com folha de beterraba, etc etc etc.
    - Escolhi ouvir de médicos que era irrepónsável por não dar antibióticos e insistir nas “homeopatias”…
    - escolhi, escolhi, escolhi…

    Deu trabalho? Deu… Valeu a pena? demais…

    Hoje, aos 50 anos, com três netas, trabalho, tenho minha vida, não vivo a dos meus filhos… tudo a seu tempo…
    Não me arrependo.. pelo contrário.. faria tudo de novo? Tudo…

    Errei, acertei, errei, acertei… mas escolhi….

    Liliana (mãe de Cristiano e Renata, meus grandes amores , e que me ensinaram tanto.. )

    1. Tata disse:

      orguuuuulho!
      tão vendo só pq eu fiquei assim? mamífera-roots-radical-empedernida?
      óia só o exemplo que tive… :-)
      bjo

  5. Mariana Abdala disse:

    Eu decidi mudar o rumo de toda a minha vida quando decidi ser mãe. Primeiro que tenho 26 anos e sou casada a 3. As mulheres hoje optam em ser mães mais velhas, justamente por motivos profissionais do tipo “ainda não tenho condições (R$) de ter filhos”. Depois me mudei de São Paulo para uma cidade no interior linda e bucólica de 11 mil habitantes. E trabalho em uma pousada onde posso levar meu filho e trabalho apenas nos fins de semana, em uma empresa familiar. Para outras pessoas, esse conjunto de opções parece ser nada mais que loucura. Por isso, digo que nada melhor do que qualidade, de vida, de moradia, de emprego e de educação, e por isso eu apóio indiscutivelmente esse manifesto

    1. Tata disse:

      oi Mariana, é como a gente sempre diz aqui, são escolhas, e em se tratando de escolhas, não há uma melhor ou pior do que a outra. há aquela que funciona para você, cada família encontra seu caminho. o ideal é aquele que se encaixa melhor na sua realidade, nas suas prioridades e valores, nas suas possibilidades. bacana que você encontrou o seu ideal! bjo!

  6. Bia disse:

    Tata ,
    chorei :-) Acho que estava precisando também desse manifesto. Trabalho fora o dia todo, mas o tempo livre que tenho é de minha cria! Foi uma escolha dolorosa sim, mas precisamos que eu trabalhe,e não acho que quem fica em casa ” vive a vida dos filhos” acho sim, que quem tem tempo de curtir essa fase única na vidinha deles não fica depois que eles crescem tentando controlar tudo…acho que essa nossa” maternidade ativa ” é a chave para um mundo mais respeitoso,mais humano… melhor!
    Um grande beijo!!!

    1. Tata disse:

      oi Bia, concordo contigo! acho que quando a gente vive intensamente cada fase dos filhotes sabe seguir em frente e aceitar que eles crescem, sem arrependimentos, sem olhar pra trás e pensar que poderia ter aproveitado mais… e acho também que a gente tem que fazer as nossas escolhas e seguir em frente, fazendo sempre o melhor! bjo!

  7. Juliana disse:

    Adorei o post e nem preciso dizer que concordo em gênero, número e grau né? PARABÉNS!!! É ISSO MESMO, NÃO É ENTREGANDO FLORZINHA OU COM DISCURSOS QUE A MATERNIDADE VAI SER VALORIZADA, PRECISAMOS DE BENEFÍCIOS E INCENTIVOS REAIS PARA TODAS AS MULHERES DO BRASIL PODEREM SER REALMENTE MÃES COM LIBERDADE!!!

    Eu reduzi muito a minha carga horária para poder me dedicar ao meu filho na primeira infância, queria (sim não me crucifiquem, não estou me vitimizando) ter largado totalmente mas realmente não tenho quem assuma inteiramente meu sustento e do meu filho e não sou habilidosa com serviços domésticos, artesanatos e outras atividades que pode se fazer em casa, fizemos o melhor que pudemos por aqui, mas ainda assim sei que sou MEGA privilegiada por ter um trabalho que me dá uma boa possibilidade de flexibilização e poder ficar um período todo com meu filho e realmente vê-lo crescer porque aqui mesmo no Sindicato onde eu trabalho a recepcionista é separada e tem uma filhinha de três anos, que levanta as 6:00 todo dia desde quando tinha quatro meses, esteja frio ou calor, toma dois onibus para chegar na creche e só saí de lá as 18:00 e chega em casa tem que dar conta do serviço doméstico ainda, o pai? O pai se nega a pagar 100,00 de pensão por mês…E como ela enjôo de ver mulheres assim na minha profissão. A VALORIZAÇÃO DA MULHER TEM QUE PASSAR OBRIGATÓRIAMENTE PELA VALORIZAÇÃO DA MATERNIDADE!!

    1. Tata disse:

      é isso aí Juliana, importantíssima essa luta pela igualdade de fato, não só na teoria.
      bj!

  8. Camila Morais disse:

    Ótimo texto!
    Ainda estamos longe da igualdade de gênero e a opção pela maternidade ativa torna-se heróica diante da dura realidade em que estamos inseridas. Sou mãe solteira, trabalho, estudo, amamento de manhã, de noite, de madrugada e passo todo o meu tempo livre com a minha filha. Mas são poucas as mulheres que podem ter a benção de estarem presentes na primeira infância, devido a diversos fatores. Nossa cultura é machista, misógena e não prima pela qualidade do vínculo entre mãe e filho. Eu gostaria de receber incentivos do governo, como acontece em alguns países da Europa e no Canadá. Isso não é doação, mas sim investimento na saúde pública, moral e ética de um determinado povo. Para tanto é preciso alterar valores, e ainda temos muita luta pela frente.
    Comecemos então, dentro de nossas casas, com o exemplo e o amor dado aos filhos.
    Parabéns pela oportuna reflexão!

    Camila.

    1. Tata disse:

      é isso aí, Camila, acho que um grande passo é criar essa geração de forma diferente, com outra cabeça, para que eles cresçam com outros valores, menos preconceitos. e possam também lutar por mudanças!
      bjo

  9. Fúlvia disse:

    Nossa, Tata, que texto bacana!!! Já estou indo lá assinar o manifesto também!

    Desde que engravidei muitas pessoas torciam o nariz quando comentávamos que nós dois tínhamos decidido que eu pararia de trabalhar pra cuidar dos filhos (pretendemos ter mais um hehehe). Algumas pessoas acham isso legal, mas começam a torcer o nariz quando a gente não volta a trabalhar, ou só faz uns bicos aqui e ali pra ganhar uns troquinhos. Pior: acham que fico fazendo nada o dia inteiro. Se fosse verdade… risos.

    Eu não me arrependo nem um pouco de ter parado de trabalhar, nada mesmo! Inclusive, penso em mudar de área, fazer outro curso e trabalhar em algo que eu goste bastante. E, quem sabe, com uma carga horária menor, pra poder ficar com os filhos meio período, né?!

    Sigo minha vida, cuidando da pequena (e da peludinha que é filha também), me divertindo, me cansando, ficando exausta mesmo, mas com o coração feliz e a consciência tranquila.

    Beijos!

    1. Tata disse:

      Fúlvia, é tão bom qdo a gente sente assim, o coração tranquilo e satisfeito com as escolhas feitas e caminhos trilhados, não é? Delícia!
      bjo!

  10. Tata, que delicadeza esse comentário da sua mãe. Achei o texto legal, mas chorei mesmo com a resposta de Liliana, sua mãe. Que booooom demais poder ler a experiência de outras mães, em épocas diferentes, e que deram “certo”. Que bom poder ver que nossa escolha não é assim tão diferente, como prega essa sociedade consumista. Lindo, parabéns!

    1. Tata disse:

      obrigada, querida!
      sou sortuda demais por ter uma mãezona-mamífera que me inspira desde sempre… :-)
      bjo

  11. Liliana Penna disse:

    quero complementar o comentário que fiz lá em cima…

    Como citei, foram ESCOLHAS e sabemos que em todas as escolhas que fazemos durante a vida.. há ganhos e há perdas… como dizia um conhecido economista “não há almoço de graça”.
    Optei por cuidar integralmente de filhos e postergar a entrada no mercado de trabalho com uma situação financeira muito precária..havia apenas para o básico,, básico mesmo. A escola foi a do Sesi, gratuita, os programas culturais e lazer , em sua maioria eram também gratuitos… íamos a museus, viájavamos para casa de amigos, íamos às praças, ríamos e ríamos…Roupas, eu costurava (um pouquinho) e ganhava muitas… Mas foi uma escolha… da qual não me arrependo…

    Liliana Penna

  12. Vera Farkas disse:

    Amei!
    Sou jornalista e mãe de dois, e também resolvi tirar o pé do acelerador há três anos. Acertei na mosca! Aliás, devia ter feito isso antes. E quanta coisa eu conquistei nos últimos três anos! Voltei a ser íntima da minha filha mais velha, que hoje é adolescente, mandei para o espaço uma culpa imensa que me perseguia há tempos, e, hoje, sei absolutamente tudo o que meu filho caçula está aprendendo na escola, quem são seus professores, seus amigos… Estou muito mais feliz e eles também!

    1. Tata disse:

      olá Vera!
      tão bacana quando a gente encontra o caminho que brilha, né? a nossa verdade, o melhor dentro do que a gente deseja, acredita, tem condições de fazer…
      parabéns pela decisão!
      bjo

  13. Ceila Santos disse:

    Tata,
    Muito bom saber que estamos juntas nessa luta pela valorização da maternidade. Vamos começar em breve uma roda de conversas sobre diversas questões que estão embutidas no manifesto e prometo voltar neste post pra começar essa blogagem.

    Parabéns e obrigada!

    1. Tata disse:

      com certeza Ceila, a luta é nossa!
      ficamos esperando essa conversa bacana, então!
      bjo

  14. Ana América disse:

    Adorei a matéria, tenho 28 anos e estou na segunda gravidez, meu filho já tem 09 anos e desde que ele nasceu estou numa grande jornada de trabalho, não vi ele crescer, hoje olho pra ele e não me lembro de quando ele era bebê…Sempre fiz de tudo para ser o mais presente possível, mas sofri muito! Nessa nova etapa, decidi dar um tempo e ficar com eles… Assim que meu bebê nascer, vou dar uma parada…quero curtir tudo que não curti na primeira, quero sentir o prazer de cozinhar para eles, de fazer a tarefa com calma, de passear com eles, de viajar, enfim quero ser mãe e mulher em período integral… Dinheiro não é tudo na vida…

  15. Maria Thereza disse:

    Esse assunto vem me aflingindo bastante, pois engravidei cedo e sem planejamento. Tinha acabado de passar no vestibular, mas vou trocar de curso, e agora penso em duas coisas… quero um emprego que me faça sentir satisfeita, que me dê uma situação financeira razoável e principalmente que me proporcione tempo para ficar com minha filha!

    Queria eu estar pelo menos formada e com algum emprego fixo, para assim poder dedicar mais tempo ainda a ela. E estou nesse dilema de escolher o curso (e todo o meu futuro) tendo como prioridade a minha filhotinha!

  16. Amei a matéria. Acho que a mulher ao conquistar o direito de trabalhar, estudar e ter uma profissão está perdendo o direito de ser mãe.
    Nós mulheres devemos nos libertar de todos os preconceitos sociais e fazer aquilo que é melhor. E se o melhor é cuidar dos filhos, queremos ser vistas com admiração e respeito, aliás já tive vários trabalhos e nenhum é tão complexo quanto a profissão mãe.

  17. nara disse:

    Eu tbém escolhi ficar emc as e cuidar dos meus dois filhos, mas confesso que o $$$ faz faltas, então tentei outras alternativas e estou feliz com a minha escolha de trabalhar em casa, estou obtendo excelentes ganhos
    semanais e mensais. Acesse o meu site http://www.frpromotora.com/naragomes604250   e saiba mais ou acesse o meu blog http://maesqtrabalham.e-familyblog.com/


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